Anualmente, temos o dia 15 de outubro como dia das professoras e professores, inicialmente uma data para ser comemorada, exaltada pelo significado social do ser professor para qualquer sociedade que vislumbre o melhor para tod@s seus cidadãos. Entretanto, para nós do CERL não vemos a comemoração como algo sincero no Brasil, sendo muito mais oportunismo, hipocrisia do que realmente ações concretas que mostrem se pensar nos professores durante seus 365 dias do ano. O Brasil passa por um momento delicado, que tem por objetivo enfraquecer todo conhecimento científico e crítico, o que perpassa por inferiorizar a figura do profissional da educação, seja pela propagação de mentiras (táticas da pós modernidade), tais como uso de fake-news, discursos de lideranças políticas para disseminar desinformação e o projeto arrojado de Escola Sem Partido para implantação e implementação do pensamento único tradicionalista, reacionário, que entende o mundo sobre seu próprio umbigo, criminalizand...
A violência dos opressores que os faz também desumanizados, não instaura uma outra vocação – a do ser menos. Como distorção do ser mais, o ser menos leva os oprimidos, cedo ou tarde, a lutar contra quem os fez menos. E esta luta somente tem sentido quando os oprimidos, ao buscar recuperar sua humanidade, que é uma forma de criá-la, não se sentem idealistamente opressores, nem se tornam, de fato, opressores dos opressores, mas restauradores da humanidade em ambos. [Paulo Freire]